ECOMMERCE : VENDAS CRESCEM POUCO E ECOMMERCE PERDE CLIENTES

Resumo Clipnews ⚠️

  • Segundo um estudo da NielsenIQ Ebitres, as vendas do ecommerce em 2023 cresceram somente 0,67% vs 2022
  • O número de consumdores caiu 0,5%
  • Apesar dos dados, o ecommerce já se tornou o 2º maior canal de compra, passando atacarejo

 

ESCRITO COM FERRAMENTAS DE IA

O Ecommerce no Brasil vem chegando a um momento de estabilização. Segundo um estudo da NielsenIQ Ebitres, as vendas em 2023 cresceram somente 0,67% vs 2022.  O faturamento chegou a R$ 254,4 bilhões vs 252,7 em 2022 e 258,5 em 2021.

O número de consumidores também caiu, alcançando 108,4 milhões em 2023 (uma queda de 0,5% vs 2022).

Apesar da queda, o ecommerce cresceu quase 40% em tamanho, se comparado a 2019.  Inclusive, com R$ 254,4 bilhões de faturamento, o ecommerce já ultrapassou as venda do atacarejo (R$ 203 bilhões em 2023).  Desta forma, o ecommerce já é o 2º maior canal de vendas, perdendo apenas para os supermercados (R$ 492 bilhões em 2023) .

A pesquisa também mostra alguns dados interessante como :

  • As vendas de produtos de consumo rápido ja são 4,9% do faturamento do e-commerce, sendo 65,3% em alimentos e bebidas
  • Na categoria de alimentos, houve uma queda de 15,2% em volume de pedidos, porém aumento de 48,7% no faturamento vs 2022
  • O faturamento bruto das vendas de bebidas caiu 4,9%, apesar da alta de 4% no volume de pedidos
  • O crescimento das vendas de produtos de consumo rápido, mostra uma mudança no comportamento do consumidor, com ênfase em compras de abastecimento e reposição
  • Uma outra pesquisa recente da Kantar, mostra que as vendas on-line se tornaram mais frequentes em lares brasileiros vs 2022
  • A pesquisa também mostrou que a categoria de bens de consumo rápido, bebidas e higiene e beleza, chegou a 9,8% de participação no volume de vendas do e-commerce no quarto trimestre de 2023. No fim de 2022, era 9,7%
  • A pesquisa da Nielsen, também avaliou compras em aplicativos de entregas de produtos de supermercados e farmácias. Com isso descobriu que 32% das pessoas usaram esse serviço em supermercados e 45% em farmácia pelo uma vez ao mês, no ano passado. Este resultados mostram aumento de 3pp e 7pp respectivamente vs 2022
  • Já as compras internacionais tiveram queda de 72% para 69% (muito provavelmente devido ao aumento de impostos)